Acostumado a ter o controle das operações por meio de anotações feitas em cadernos, o gaúcho Oli Fiorese hoje surfa nas ondas da tecnologia. Encorajado pelos filhos, Henrique e Kaio, levou a propriedade, a Nossa Senhora Aparecida, em Água Fria de Goiás (GO), a um outro patamar.

 

O título de “Fazenda do Futuro” não foi conquistado à toa. Ferramentas como drones e softwares de processamento de informações ajudam a manter o equilíbrio das atividades nos 2,8 mil hectares de área, garantindo a sustentabilidade econômica, social e ambiental.

São ações que a gente faz se adiantando em relação ao futuro. Estamos crescendo todo ano. Na soja, produzimos quatro sacas a mais em 2017/2018, chegando a 79,45 sacas.

 
Henrique Fiorese,  Proprietário da Fazenda do Futuro

Fazenda modelo em Goiás

Há dois anos, a família resolveu que era hora de dar passos em direção ao amanhã. Começou a implementar, na prática, iniciativas que hoje lhe concedem o título de única propriedade brasileira a integrar o programa Forward Farming, da alemã Bayer, iniciado em 2011 na Bélgica. 

 

Na Nossa Senhora Aparecida, onde são cultivados soja, milho, feijão, trigo, sorgo e aveia, a irrigação tem sido ferramenta importante – está presente em 1,08 mil hectares. E para garantir que os recursos sejam bem administrados, a família usa um software que monitora energia e água, indicando quando há necessidade de irrigar. Outra ajuda importante vem da estação meteorológica instalada na fazenda. Além disso, as tomadas de decisões são feitas com a ajuda de imagens de satélites, drones e sistemas que analisam os dados da propriedade, o chamado digital farming.

 

A produtividade é 40% maior do que a média de Goiás, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento. E se a tecnologia tem sido uma aliada, é também o maior desafio. Henrique afirma que as pessoas ainda são resistentes a inovações e que é preciso mudar essa cultura.

 

Os Fiorese comemoram também a certificação da Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS). É um atestado de produção sustentável, garantido por monitoramento contínuo de boas práticas agrícolas.

 

As transformações digitais são apontadas como a próxima revolução na produção. Grandes empresas já direcionam seus negócios para essa mudança.

 

Estamos apenas na superfície da importância das ferramentas digitais para a agricultura. Por meio da força de novas ferramentas e análises de dados, podemos aumentar a produtividade e a sustentabilidade dos agricultores.

 
Liam Condom,  presidente da Crop Science da Bayer
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